Barracas de praia em Porto Seguro cobram taxa de consumação mínima
Embora a Prefeitura de Porto Seguro tenha se esforçado para trazer turistas, promovendo campanhas fora do estado, algumas barracas de praia da cidade ainda precisam melhorar o atendimento e respeitar mais o consumidor.
Apesar do fluxo intenso de visitantes, que desde o Natal passado não param de chegar a Porto Seguro de avião, ônibus ou carro, neste verão quente e convidativo, algumas deficiências de atendimento receptivo precisam ser corrigidas para que a cidade possa se consolidar como um dos mais procurados destinos turísticos do País.
Fora a questão crônica do trânsito, que se tornou o principal problema estrutural a ser resolvido, no primeiro domingo de 2010, por exemplo, algumas barracas na praia de Mundaí, na orla norte da cidade, demonstraram total despreparo para receber uma quantidade maior de clientes.
Pelo menos duas barracas na praia de Mundaí colaram nas mesas espalhadas na areia um aviso estabelecendo valores de consumo mínimo, que variavam entre R$ 40 e R$ 80, um absurdo que precisa chegar ao conhecimento do Ministério Público – Estadual e Federal.
GROSSERIA NO ATENDIMENTO
Mas, apesar de cobrar taxa de consumação mínima, o atendimento na maioria das barracas da praia de Mundaí foi precário, com poucos garçons, demora no serviço e numa delas uma família de turistas, com cinco adultos e duas crianças, foi vítima da grosseria de um garçom, que disse para que o pedido fosse feito de uma vez só para que ele não tivesse de ir muitas vezes à mesa do casal.
COMENTÁRIO DO SITE
Talvez esteja na hora de a Prefeitura mandar fiscais e prepostos para a praia nos finais de semana para coibir os abusos e até mesmo orientar os turistas que ficam sem opção de lazer. Os vereadores também precisam normatizar a atividade e estabelecer regras de defesa dos banhistas e consumidores.
Nas grandes e tradicionais barracas da cidade o fato não acontece, os funcionários são treinados e em número suficiente para atender até mesmo uma superlotação. Mas há banhistas que preferem ficar em barracas menores, aproveitando mais a praia. Geraldinho Alves
Foto ilustrativa.


